Criar metas pode ajudar pessoas com demência em estágio inicial
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Criar metas pode ajudar pessoas com demência em estágio inicial



24/06/2019 - UNILUS

Objetivos como aprender novas tecnologias, localizar itens na casa e participar de atividades sociais levaram ao progresso na realização de tarefas diárias

Estabelecer metas, como parte da reabilitação cognitiva realizada por terapeutas ocupacionais, ajudou pessoas com demência em estágio inicial a progredir em relação à independência de tarefas diárias. Os benefícios duraram nove meses.

As tarefas compreendiam atividades que exigem concentração e memória, como usar o fogão e atender ao telefone. No entanto, a qualidade de vida continuou a se deteriorar, segundo um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Southampton, no Reino Unido, publicado no periódico médico BMJ.

Participaram do estudo 475 pessoas com demência. Com ajuda de um terapauta ocupacional, eles identificaram três objetivos e formas de contornar os problemas que os impediram de alcançá-los. Entre eles estavam como aprender a usar novas tecnologias, localizar itens na casa e participar de atividades sociais.

Para identificar as metas mais importantes para cada um, os terapeutas realizaram dez sessões de reabilitação cognitiva ao longo de três meses e outras quatro seis meses depois.

Em comparação àqueles que não receberam reabilitação cognitiva, os participantes demonstraram maior probabilidade em mostrar progresso em relação aos seus objetivos. Eles afirmaram que suas habilidades para atingir seus objetivos melhoraram em uma média de 2,57 pontos em uma escala de 10, após três meses.

Já as pessoas sem tratamento notaram uma melhora de menos de um ponto no mesmo período. A diferença foi considerada grande.

Do ponto de vista dos cuidadores, a capacidade melhorou em 2,7 pontos no grupo de reabilitação cognitiva e 0,83 pontos no grupo de controle.

No entanto, em relação aos chamados desfechos secundários, como cognição, qualidade de vida, estresse do cuidador, estado de saúde, depressão e ansiedade, não houve diferenças significativas.

O estudo chegou à conclusão de que os médicos devem “considerar a reabilitação cognitiva ou terapia ocupacional como apoio para a capacidade funcional em pessoas que vivem com demência leve a moderada”.

Estima-se que haja 850 mil pessoas com demência no Reino Unido e os números estão aumentando. No Brasil, há 1,4 milhão com a doença, sendo 55 mil novos casos diagnosticados todo ano.

O estudo ressalta que não há cura para a demência, embora medicamentos possam retardar a doença em alguns casos. Muitas pessoas com demência são cuidadas em casa por membros da família. Cuidar de alguém com demência pode sobrecarregar cuidadores e a possibilidade de ajuda é limitada em algumas áreas.

A reabilitação cognitiva tem o propósito de ajudar pessoas com demência e seus cuidadores a gerenciar atividades cotidianas. Quando bem-sucedida, consegue manter as habilidades da pessoa por mais tempo, apesar dos problemas cognitivos.





Fonte:. R7







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